

Jamile Nusse
5 de jan. de 2023
O que é o Banimento?
O banimento foi amplamente utilizado para eliminar energias negativas, estagnação e escassez. O foco sempre foi banir energias, não espíritos.
O Problema com o Banimento de Espíritos
Com o tempo, o banimento começou a ser aplicado para espíritos obsessores. Mas, qual o problema nisso?
A Alternativa: Encaminhamento
Em vez do banimento, optamos pelo encaminhamento. Nesse processo, os obsessores são levados para hospitais ou clínicas astrais, onde são tratados e curados, saindo apenas quando estiverem bem.
Amparado: Realizado com a ajuda da luz (direita).
Redirecionado: Feito com a intervenção de forças das trevas (esquerda).
Tudo é feito conforme o merecimento e a vontade divina.
Reflexão
Pense em um ente querido falecido. Se ele se tornasse um obsessor, você preferiria vê-lo preso ou tratado? Encaminhar esses espíritos, mesmo contra sua vontade inicial, é um ato de compaixão que muitos acabam agradecendo mais tarde.
Obsessores são espíritos que precisam de ajuda, apesar de suas ações irritantes. Imagine estar em sofrimento e alguém te banir, aprisionando você em algum lugar do "além". Esse espírito, preso e ressentido, pode passar anos alimentando ódio. Quando ele conseguir se libertar, sua primeira ação pode ser buscar vingança contra quem o baniu.
Onde fazer o encaminhamento?
Você pode realizar o encaminhamento em:
Consultas com um mago de lei.
Centros espíritas.
Terreiros de umbanda.
Locais de apometria.
Nesses lugares, guias espirituais utilizam Alta magia para encaminhar obsessores e espíritos sofredores. Não são os médiuns, mas os guias que descem para o trabalho, que realizam o encaminhamento.
Banir Energias, não espíritos
Por muito tempo, critiquei o banimento. Hoje, vejo que é possível, mas com cautela. Podemos, por exemplo, usar uma vela preta para banir energias de escassez, mas especificar que ela não deve afetar espíritos, deixando tudo nas mãos da lei divina e do merecimento dos envolvidos.
Simples assim
Compreender a diferença entre banir energias e encaminhar espíritos é crucial. Com responsabilidade e conhecimento, podemos praticar a espiritualidade de forma ética e compassiva.