A Mesopotâmia — berço da escrita, da astrologia e das primeiras instituições sacerdotais organizadas — desenvolveu um dos sistemas magísticos mais antigos e bem documentados da humanidade.
O povo nórdico via o cosmos como um tecido vivo, sustentado por entidades ancestrais, energias elementais e espíritos poderosos que influenciavam o destino humano.
Os dragões gregos eram frequentemente associados à função de guardiões: da terra, dos templos, das fontes sagradas, dos tesouros espirituais e dos mistérios ocultos.
Na tradição celta, serpentes e criaturas serpentinas frequentemente simbolizavam poder espiritual, transformação e conexão com a terra. Algumas narrativas referem-se a monstros aquáticos ou terrestres como guardiões de tesouros ou portais para outros mundos.
Na tradição egípcia, os seres dracônicos não aparecem sob a forma clássica do dragão alado, mas se manifestam como serpentes cósmicas e forças reptilianas primordiais, integradas à estrutura espiritual, religiosa e magística do Egito Antigo
Fundamentado nas civilizações pré-colombianas da Mesoamérica, como os maias e os astecas. Esses dragões, muitas vezes representados como serpentes emplumadas ou híbridas, eram vistos como criaturas divinas que conectam o céu, a terra e o submundo.