Como quebrar magia negra | Casa de Magia Vanadis
- Jamile Nusse
- há 5 dias
- 4 min de leitura
Atualizado: há 5 dias

Por que a quebra de magia não deve ser feita em casa
Nos últimos anos, cresceu absurdamente o número de pessoas ensinando “como tirar obsessor”, “como quebrar magia negra” ou “como se proteger espiritualmente” nas redes sociais.
O problema?
Grande parte desses conselhos não possui fundamento técnico, lógica ritualística ou experiência prática real.
Espiritualidade é coisa séria.
Trabalhos espirituais destrutivos não são resolvidos com achismos, frases motivacionais ou simpatias genéricas. Quando existe uma atuação magística estruturada, a intervenção exige conhecimento de fundamentos, planos espirituais e leis espirituais.
Este artigo não é para ensinar você a quebrar magia em casa.
É para explicar por que isso deve ser feito por um profissional capacitado e os cuidados que devemos tomar.
Magia destrutiva existe?
Antes de qualquer coisa: a magia, em essência, é neutra.
Mas, para simplificar a comunicação, chamamos de magia destrutiva aquela que possui o fundamento de prejudicar, enfraquecer, adoecer, separar ou destruir alguém.
Ignorar a existência desse tipo de prática não protege ninguém.
O que protege é conhecimento, discernimento e atuação correta.
Por que quebrar uma magia é complexo?
Uma magia não se desfaz simplesmente com “boa vibração”.
De forma técnica, existem dois modos pelos quais uma magia deixa de atuar:
Quando conclui o objetivo para o qual foi programada.
Quando é neutralizada por uma intervenção magística superior, estruturada e fundamentada.
O que muitas pessoas não entendem é que trabalhos destrutivos costumam envolver múltiplos fatores ao mesmo tempo.
Entre eles:
Uso de elementos pessoais (nome, foto, fios de cabelo, objetos pessoais, endereço, número de telefone, entre tantos outros).
Vinculação energética por matéria orgânica.
Ativação por pactos espirituais.
Programações de reativação.
Interferência em mentores espirituais.
Abertura de campos de atuação espiritual.
Implantação de energias densas nos corpos sutis.
Desalinhamento energético (chakras, campo magnético, mental e emocional).
Sem identificar o fundamento específico utilizado, não existe quebra real. Existe apenas alívio temporário.
E alívio temporário não resolve o problema.
Os erros mais comuns ensinados na internet
Existe uma grande quantidade de conselhos circulando na internet sobre como quebrar uma magia destrutiva. Muitos parecem simples, acessíveis e até reconfortantes. O problema é que, na prática, não resolvem a estrutura do que está atuando.
Dizer para alguém apenas fazer uma defumação, por exemplo, pode até harmonizar o ambiente momentaneamente e afastar uma presença espiritual por um curto período. Porém, harmonizar não é neutralizar um trabalho estruturado. Uma atuação magística organizada não se desfaz apenas com limpeza energética superficial. Ela pode se recolher temporariamente e retornar depois, muitas vezes com mais intensidade.
Outro mito perigoso é o de que, ao descobrir que alguém fez uma magia contra você, ela automaticamente perde a força. Não existe fundamento espiritual que sustente essa ideia. Uma programação magística estruturada não se desfaz apenas porque foi identificada. Consciência não desativa estrutura energética ativa.
Há ainda o discurso de que “basta ser positivo que nada pega”. Essa é uma visão romantizada da espiritualidade. Somos seres humanos, emocionais, sujeitos a oscilações. Uma atuação destrutiva pode aguardar uma brecha vibracional. Negar essa possibilidade não protege ninguém — apenas cria falsa segurança. Espiritualidade não é negação da realidade humana.
Algumas pessoas chegam ao ponto de sugerir acordos, oferendas ou qualquer tipo de barganha para que consciências espirituais “parem” a atuação. Esse tipo de postura, além de tecnicamente equivocada, pode criar vínculos de dependência espiritual e agravar ainda mais a situação ao longo do tempo.
No sistema da M.U., não existe negociação com obsessor. Não há troca, não há acordo, não há concessão. O obsessor não conduz o atendimento, não impõe condições e não possui autoridade sobre o mago. Durante uma intervenção legítima, ele é encaminhado para tratamento conforme as Leis Espirituais — e ponto final. Obsessor não manda no mago. E, dentro de um trabalho sério, ele não tem poder nenhum sobre o atendimento.
O banimento é um recurso frequentemente citado, especialmente quando há obsessores envolvidos. De fato, ele pode remover vibrações destrutivas do ambiente ou aliviar temporariamente o campo energético. No entanto, quando existe seres espirituais atuando, o banimento não é a abordagem mais adequada.
Ele pode até afastar momentaneamente o obsessor, mas afastar não é tratar. Se a causa raiz — seja a estrutura magística, a permissão energética ou a brecha utilizada — não for devidamente resolvida, a atuação encontra meios de retornar.
O uso indiscriminado de sal grosso também é frequentemente recomendado. O sal grosso é um descarrego. Ele remove carga energética — tanto negativa quanto positiva. Em uma pessoa já fragilizada e drenada, descarregar excessivamente pode enfraquecer ainda mais o campo energético. Descarregar não é tratar, e muito menos reconstruir o que foi danificado.
A oração, por sua vez, é extremamente poderosa dentro do campo espiritual. Mas é preciso compreender onde ela atua. Se uma atuação foi estruturada com elementos materiais, vínculos energéticos e programação específica, é necessário atuar também nesses campos. Cada situação exige leitura correta do fundamento utilizado. Generalizar pode gerar frustração e sensação de impotência.
O que realmente acontece em uma quebra profissional?
Uma intervenção séria envolve:
Diagnóstico espiritual preciso.
Identificação do fundamento utilizado.
Leitura dos planos de atuação.
Neutralização estruturada.
Tratamento dos danos energéticos.
Reorganização espiritual.
Proteção adequada após a resolução.
E, principalmente: responsabilidade.
Trata-se de fazer algo correto.
Por que não fazer em casa?
Porque intervenções mal conduzidas podem:
Reforçar o trabalho ativo.
Ativar mecanismos de reprogramação.
Gerar reação espiritual.
Abrir brechas ainda maiores.
Agravar desequilíbrios emocionais e energéticos.
A intenção pode até ser boa.
Mas boa intenção não quebra a magia destrutiva e nem encaminha o obsessor.
Espiritualidade é responsabilidade
Hoje, muitas pessoas ensinam sobre quebra de magia sem nunca terem lidado com um obsessor real, sem terem acompanhado casos complexos ou compreendido as leis espirituais envolvidas.
Isso coloca pessoas fragilizadas em risco.
Se você desconfia que está sob atuação espiritual destrutiva: não tente resolver sozinho.
Não siga fórmulas genéricas da internet. Busque orientação séria e profissional.
Atendimento especializado – Casa de Magia Vanadis
Na Casa de Magia Vanadis, cada caso é analisado individualmente, com ética, responsabilidade e fundamentos sólidos.
Trabalhamos com:
Diagnóstico espiritual estruturado
Neutralização magística fundamentada
Tratamento energético completo
Proteção e reequilíbrio
Espiritualidade exige seriedade.
Se você precisa de ajuda, procure quem tem preparo para agir com responsabilidade.


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